Ou Emoções e Sonhos, como entenderem.
A ordem não é importante, pois mistura tudo: sonho, sentimentos, emoções, lágrimas, gargalhadas, alegria, tristeza, afastamento, proximidade, vontade, determinação, dúvidas, luta, dificuldades, prioridades, silêncios... e por aí fora.
Isto é a lista dos estados de alma de "Rosa, Esperança", vivida na primeira pessoa: EU!
Dizem vocês: - Novamente "Rosa, Esperança".
Mas tem que ser, este assunto ainda está longe de se esgotar. Também é verdade que já começam a escassear as palavras para falarmos do que foi viver este "sonho" desde Outubro, principalmente porque não começou por ser um sonho "nosso" mas um sonho de outra pessoa, do qual nós fomos convidadas para fazer parte.
Quando recuo no tempo, e penso num grupo de meia dúzia de mulheres e um homem, a fazer circulo, com o traseiro sentado em cima de relva fria, num final de tarde de Outono penso logo: Como é que nós fizemos daquela conversa uma coisa destas?! Em que momento deste percurso, passámos a estar junto de tantas pessoas?! Como é que algo, que nos pareceu mais loucura que projecto naquele dia, nos levou a viver experiências como as que temos vivido?!...
Vi-me, de repente, a dividir projectos. O de vida e este, inesperado, imprevisível ... mas muito oportuno.
Houve toda uma estrutura, um modelo bem organizado a alterarem-se de um momento para o outro. Engraçado como uma simples chamada muda tanta coisa... como é que entrar de cabeça em algo que nem sabemos bem o que é, mas que "compramos", logo de chapa, pode fazer-nos rodopiar em meses de tantas experiências inesquecíveis. E como damos um passo para uma coisa e depois avançamos logo seis ou sete para outra bem diferente e igualmente gratificante?
Quando eu me sentei naquela relva, a conversar nunca iria pensar entrar num palco frente a uma plateia -não era para isso que lá estava- nunca pensei que para avançar com este sonho fosse necessário muito mais que um punhado de teimosia e vontade, nunca pensei que sairíamos de Rio Maior com esta peça, nunca pensei que tivéssemos sempre casa cheia, que fossemos tão solicitados por tantas mulheres, que despertássemos o interesse dos média... Meu Deus, tanta coisa que nunca pensei, naquela tarde, durante aquela curta conversa.
Nunca pensei, por exemplo, poder envolver-me tanto nisto, ter que fazer tantas opções, ter que brigar com o tempo, comigo e com a vida.
O entusiasmo de uns foi empurrando os outros, diria eu para explicar a mim mesma o meu percurso em "Rosa, Esperança"... talvez. Ou talvez tenha sido eu a empurrar-me num caminho com o qual não pensei nunca vir a cruzar-me.
Agora, parada no primeiro cruzamento, questiono-me: haverá retorno? Não, jamais.
Há um caminho, que se formou de caminhos, de estradas, de vidas. Apenas isso.
A vida é feita de caminhos, e nunca sabemos quando o nosso se altera ou quando muda de rota. Quando temos que contar até dez ou até mil e seguir... mas sabemos, isso certamente, que a escolha terá que ser sempre em frente.
...
P.S.- Amigas, este texto demorou diiiiiiiias a ser escrito, e continua a não dizer nada. Ainda assim, resolvi editar, talvez daqui a um tempo consiga dar-lhe continuidade. Não se podem quantificar/descrever emoções. Nem em dois dias nem numa vida inteira. Neste momento, se tivesse que dar um titulo ao que tentei escrever seria: "Carta Inacabada"...
Bjinhos a todas
A ordem não é importante, pois mistura tudo: sonho, sentimentos, emoções, lágrimas, gargalhadas, alegria, tristeza, afastamento, proximidade, vontade, determinação, dúvidas, luta, dificuldades, prioridades, silêncios... e por aí fora.
Isto é a lista dos estados de alma de "Rosa, Esperança", vivida na primeira pessoa: EU!
Dizem vocês: - Novamente "Rosa, Esperança".
Mas tem que ser, este assunto ainda está longe de se esgotar. Também é verdade que já começam a escassear as palavras para falarmos do que foi viver este "sonho" desde Outubro, principalmente porque não começou por ser um sonho "nosso" mas um sonho de outra pessoa, do qual nós fomos convidadas para fazer parte.
Quando recuo no tempo, e penso num grupo de meia dúzia de mulheres e um homem, a fazer circulo, com o traseiro sentado em cima de relva fria, num final de tarde de Outono penso logo: Como é que nós fizemos daquela conversa uma coisa destas?! Em que momento deste percurso, passámos a estar junto de tantas pessoas?! Como é que algo, que nos pareceu mais loucura que projecto naquele dia, nos levou a viver experiências como as que temos vivido?!...
Vi-me, de repente, a dividir projectos. O de vida e este, inesperado, imprevisível ... mas muito oportuno.
Houve toda uma estrutura, um modelo bem organizado a alterarem-se de um momento para o outro. Engraçado como uma simples chamada muda tanta coisa... como é que entrar de cabeça em algo que nem sabemos bem o que é, mas que "compramos", logo de chapa, pode fazer-nos rodopiar em meses de tantas experiências inesquecíveis. E como damos um passo para uma coisa e depois avançamos logo seis ou sete para outra bem diferente e igualmente gratificante?
Quando eu me sentei naquela relva, a conversar nunca iria pensar entrar num palco frente a uma plateia -não era para isso que lá estava- nunca pensei que para avançar com este sonho fosse necessário muito mais que um punhado de teimosia e vontade, nunca pensei que sairíamos de Rio Maior com esta peça, nunca pensei que tivéssemos sempre casa cheia, que fossemos tão solicitados por tantas mulheres, que despertássemos o interesse dos média... Meu Deus, tanta coisa que nunca pensei, naquela tarde, durante aquela curta conversa.
Nunca pensei, por exemplo, poder envolver-me tanto nisto, ter que fazer tantas opções, ter que brigar com o tempo, comigo e com a vida.
O entusiasmo de uns foi empurrando os outros, diria eu para explicar a mim mesma o meu percurso em "Rosa, Esperança"... talvez. Ou talvez tenha sido eu a empurrar-me num caminho com o qual não pensei nunca vir a cruzar-me.
Agora, parada no primeiro cruzamento, questiono-me: haverá retorno? Não, jamais.
Há um caminho, que se formou de caminhos, de estradas, de vidas. Apenas isso.
A vida é feita de caminhos, e nunca sabemos quando o nosso se altera ou quando muda de rota. Quando temos que contar até dez ou até mil e seguir... mas sabemos, isso certamente, que a escolha terá que ser sempre em frente.
...
P.S.- Amigas, este texto demorou diiiiiiiias a ser escrito, e continua a não dizer nada. Ainda assim, resolvi editar, talvez daqui a um tempo consiga dar-lhe continuidade. Não se podem quantificar/descrever emoções. Nem em dois dias nem numa vida inteira. Neste momento, se tivesse que dar um titulo ao que tentei escrever seria: "Carta Inacabada"...
Bjinhos a todas

9 comentários:
Ainda bem que se sentaram naquele dia naquela relva.
Ainda bem que existem e fazem a nossa vida melhor.
Ainda bem que têm blogs e partilham experiências.
Ainda bem que vos conheço.
OBRIGADO.
Ainda bem que existem obrigado.
Beijinhos amiga.
Obrigado Cristina por esse teu mau \ bom feitio
Boa noite Gosma
Estava escrito que assim seria!
Levás-te o Rui ao nosso encontro e resultou no que se vê, uma cumplicidade, uma amizade sem rodeios, a palavra esperança a fazer parte do nosso vocabulário e tu sempre presente apesar do " mau feitio" que te serve de escudo para transpareceres aquilo que não és fria, porque tens um coração de ouro e uma mão sempre estendida a quem precisa e tal como nós viveste momentos de sofrimento por aqueles que amas e sabes dar o real valor á vida e á esperança de um mundo melhor!
Adorei te te conhecido ainda que meia desconfiada ao inicio(tu) e em pouco tempo podermos partilhar experiêcias e brincarmos com o que a vida nos deu de menos bom e transformar em alegria, cumplicidade e amizade!
E o nosso circulo foi crescendo cada vez mais de pessoas maravilhosas!
Gosto muito de ti Gosmaaaaaaaaa
tem uma boa noite e sonha com os anjos 0:-)
Eu sempre disse que a relva da Alda tinha qualquer coisa...
Esta Gosma mor anda a poupar nas palavras aiiiiiii que irritação. Por enquanto ainda não se paga, sabia???
Grrrrrrrrrrrrrr q raiva!!!!
É nisto que dá a força de um sonho...
Parabéns a todos os que sonham porque, como disse o poeta, quando o homem sonha, o mundo pula e avança.
Bjinhos
Parabéns a ti e a quem teve a coragem de fazer de um sonho uma linda realidade.
Obrigado
Vanda
Boa noite,
um beijinho :)
O importante não é chegar primeiro. Não é chegar antes dos outros. Não é atingir sozinho a meta desejada.
"Ninguém tem o direito de ser feliz sozinho".
A humanidade caminha com vontade de chegar.
O importante é os homens caminharem juntos, andarem unidos, de mãos dadas, confraternizados na busca da paz.
Os homens não se entendem por quê?
Porque eles não estendem as mãos e não se abrem para a ternura do diálogo.
Impõem quando deveriam aceitar.
Exigem quando deveriam oferecer.
Condenam quando quando deveriam perdoar.
São muitos os anseios. Diferentes as capacidades.
Nem todos os homens percebem que a meta é a mesma e uma só é a esperança.
A esperança é luz interior, a iluminar no equilíbrio do silêncio, a caminhada dos homens.
A esperança permite olhar e ver os que também caminham pelo mesmo ideal.
A esperança ensina que a humanidade atingirá sua meta;
Solidariedade no amor.
(Autor: Juliana Maldonado Dutra Nicácio Lafetá)
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